Revolução do amor
Jesus foi um revolucionário, ele mudou a forma de ver Deus, o Pai, trouxe uma nova visão sobre o nosso relacionamento com ele com a intercessão do Espírito Santo e uma nova forma de nos relacionar uns com os outros.
No entanto, ele não usou bandeiras nem realizou protestos políticos contra os governantes da época. Na verdade era isso que os judeus da época queriam e não encontraram em Jesus.
O cristianismo cresceu, apesar do governo idólatra e promíscuo de Roma, cresceu a ponto de incomodar o império, mas não iam para portas de quartéis, nem faziam passeatas, pois estavam envolvidos em cuidar e evangelizar.
Com certeza nos perdemos no caminho e parece estar retornando para onde o judaísmo culminou com a morte de Jesus.
O cristianismo se politizou e se encheu de preconceitos que impedem de amar e respeitar o próximo, tornando se frio e distante do ideal deixado por Jesus, que amava as pessoas independente de quem eram e de quem elas representavam.
Talvez estejamos vendo a profecia de Jesus se cumprir não no mundo, mas no nosso meio evangélico: "Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará"
Mateus 24:12
Ao amar não perguntamos se ela é da esquerda ou da direita, se gay ou lésbica, se é rico ou pobre, prostituta ou publicano, comunista ou samaritano, pois o próximo é quem está ao nosso lado no momento e precisa ser amado, segundo a ordem de Jesus.
Paulo Kanasiro
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