Coaches

 


Atualmente há uma grande quantidade de Coaches evangélicos que nada mais são do que pregadores motivacionais. Eles utilizam o espaço religioso para se auto promoverem, usam o evangelho de Jesus para atrair pessoas e o nome de Deus para fazer dinheiro. Deive Leonardo, Thiago Brunet, Paulo Vieira, Pablo Marçal e Claudio Duarte são apenas alguns destes conhecidos nomes.
Penso no que Jesus faria se recebesse um rendimento mensal que estes coaches recebem, será que compraria uma Ferrari? Compraria um relógio de ouro? Sustentaria uma vida de luxo e glamour?
Não há nada de mais adquirir bens e sustentá-los, mas penso que isso é inconveniente para alguém que  usa  a fé e o evangelho de Cristo para obter dinheiro e fazer isso, incluo nesta lista também pastores milionários. Acredito que todo o dinheiro obtido através da pregação do evangelho e evangelização deva ser utilizado a favor daqueles que Jesus defendia, que eram pobres, doentes e necessitados.
A fama traz prestígio e é transformada em dinheiro nas redes sociais, isso faz com que coaches criem um personagem que prega não para divulgar algo vindo de Deus, mas que gere mais engajamento nas redes sociais.
O incrível é que no meio evangélico as coisas não funcionam de forma tão lógica, e as pessoas gostam de discursos moralistas, apesar de não viverem isso, gostam de ser repreendidos, apesar de não mudarem seus comportamentos, acreditam mais facilmente em besteiras do que em fatos cientificamente comprovados.
A palavra de origem inglesa é usada propositalmente para esconder algo que não desejam expor, são na verdade discípulos de Mamon, o deus do  dinheiro, riqueza ou bens materiais, associado à corrupção e à busca imoral por posses. Como Jesus disse que não podemos servir a dois senhores, é prudente que evangélicos parem de alimentar estes discípulos que estimulam a idolatria a um deus invisível que transforma a fé em dinheiro.

Por Paulo Kanasiro

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